E quando Hollywood se antecipa? 2.0

Dando sequência (afinal hollywood adora uma), quero falar um pouco do filme Duro de Matar 4.0, um filme que, para mim, tinha tudo pra ser uma bomba, pq quando um filme, passa do segundo, tem uma grande chance de perder muito a qualidade apresentada e o apelo dos primeiros. Claro que existem exceções, como td nesta vida...

Pois bem, neste filme em específico, nem sei bem se se trata de antecipar alguma coisa, ou de ajudar a visualizar o poder da tecnologia e a forma como ela serve de base para um sem fim de setores da sociedade.
O filme nos "dá asas", assim como rebull, para discutir questões ligadas à conexão generalizada, ao controle que as tecnologias de informática e as redes possibilitam sobre outras tecnologias e outras áreas, à nossa dependência de seu bom funcionamento, a descentralização do conhecimento, etc, etc.
Bem, fica o desafio de analisarmos conjuntamente este filme. ;-)

Comentários

  1. O filme se antecipa mesmo, é um exemplo que TUDO faz parte da rede que é uma conexao super generalizada. Sinaleiras, tuneis, telefonia, televisao, carros, avioes, e até computadores "conversam" uns com os outros.
    Foi um ataque de um hacker indignado com os orgaos federais, bem como a historia do fortaleza digital, porem um pouco mais violento.

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  2. não sei até q ponto da infraestrutura do governo vai o controle por sistemas computacionais, mas o filme, de certa forma, alerta para o pior cenário de terrorismo digital: aquele com consequencias físicas às pessoas.

    faz pensar se estamos realmente seguros. particularmente, imaginei se o controle "apenas" das operadoras de telefonia caísse em mãos erradas, qual seria o tamanho do estrago...

    apesar daquela cena do caminhão e do caça no final (acho q é uma das coisas mais viajadas q já vi!), é um bom filme

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  3. Acredito também que apesar de o filme antecipar vários fatores e acontecimentos técnológicos, ele acaba pecando no ponto em que todas essas informações são centralizadas em um mesmo local físico... O que ao meu ver é contrário as tendências de armazenamento de informações, mesmo estas sendo confidenciais, pelas questões de segurança óbvias que foi possivel observar no mesmo.

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  4. Desconsiderando-se as loucuras e cenas absurdas de sobrevivência perante os acontecimentos que colocavam em risco a vida do protagonista, achei a história interessante. O filme demonstra claramente o impacto causado na sociedade caso o acesso aos sistemas interligados caísse em mãos erradas. Algo que chamou a atenção foi a total falta de competência do governo norte americano em lidar com a situação caótica que parecia impotente ao lidar com uma invasão hackera, contando apenas com o praticamente "imortal" John Mcclane e o garoto que criou o algoritmo.
    Creio eu que uma vez que se deseje conectar todos os sistemas com intuito de agilizar os processos da sociedade, deve-se ter uma rigorosa política de segurança e de segundo plano no caso de uma invasão, de modo que seja possível desligar todo sistema para impedir o que quer que os hackers estejam fazendo e descobrir a falha, e trabalhar do modo "antigo" até que se solucione o problema.

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  5. Vejo com o filme que talvez ainda não estamos preparados, ou, a grande parte da sociedade não está digitalmente preparada.

    Penso que, a era tecnológica com um todo tem 3 grandes fazes:

    O inicio (que não tive o prazer de presenciar...), onde componentes eletrônicos eram juntados em busca de algo revolucionário para aquela época;

    A faze de transição, que é esta em que estamos, onde ainda não temos total noção de onde esta tecnologia pode nos levar, quais seus pontos fracos e fortes, por mais que se fale ainda vejo, na minha opinião, brechas...

    E o equilíbrio, onde todos no universo "ser humano", estaremos conectados e ativos no meio tecnológico, com ciência dos nossos atos na rede, e conhecimento suficiente para saber lidar com problemas retratados no filme, onde, preto no branco, "um" pode "enganar" muitos, evidente desconhecimento da sociedade que ainda não tem a tecnologia como um ponto vital da sobrevivência.

    []'s

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  6. O filme demostra claramente a questão da conectividade generalizada, onde o espaço e o tempo não fazem grandes diferenças.
    Os atacantes realizam suas intrusões, em sua maioria, por meio de computadores dentro de um caminhão. Ataques esses que são destinados a toda uma área do sistema dos EUA.
    Outra questão clara no filme, é a reconfiguração e potencialização. Grande parte, se não todo, o sistema dos EUA é parte integrante de um sistema computacional, o que melhor o controle de tudo, agilizando e obtendo resultados mais confiantes. Porém por ser tudo interligado, possibilitou um ataque externo que deixou todo o país em estado de pânico.

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  7. O filme dá uma boa noção do que pode acontecer num cenário onde todos os sistemas de necessidades básicas da população (energia elétrica, telefonia etc) são controlados por computador e interconectados. Descoberta uma brecha em um desses sistemas, naturalmente leva o atacante a determinar outro alvo do ataque. O filme também deixa claro o caos que pode acontecer caso alguns desses sistemas não possua um plano de contingência para funcionar em circunstâncias de falhas computacionais ou como no caso do filme, uma invasão externa.

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  8. Este filme apresenta o poder que as redes exercem sobre a sociedades. A conectividade generalizada possibilita acesso facilitado a qualquer sistema. E esse acesso em conjunto com alguma falha na segurança pode desorganizar qualquer meio em que esteja inserido.

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  9. O filme nos remete a uma realidade muito proxima pois como praticamente todos os sistemas estão interligados e cada vez mais são lançados dispositivos com sistema embarcado com acesso a grande rede, tudo é possivel mesmo que tenta tido muitos exageiros no filme é um coisa que podera acontecer, uma organização invadir as centrais de comando e tornar um caos a vida das pessoas, como já aconteceu na aliança entre EUA e Israel em conjunto com outras potencias, que criarão um super virus o stuxnet que deu-lhes o poder de invadir as usinas irãnianas e obtiverão sucesso em destruir com boa parte das pretenções do Irã no seu projeto nuclear criando um colapso nas centrifugas que superaqueceram e foram muito danificadas.
    Todo o ataque partiu dos EUA que controlaram o sistema automatizado que é comercializado pela siemens sistema o qual controla a parte automatizada das fabricas permitindo que as mesmas funcionem sem interferencia humana. Este virus tambem invadiu os sistemas de saneamento indiano, então é o inicio bem como no filme de uma guerra cybernetica onde quem estiver com uma estrutura na rede mais debilitada estara sujeito a ataque deste tipo.

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