Sendo professor na era da colaboração e da convergência II

Este texto teve sua origem em um post de 23 de setembro de 2011, a partir de reflexões conjuntas que realizamos na disciplina de Metodologia do Ensino Superior do Mestrado em Educação. Naquela oportunidade foram registros isolados de percepções acerca do que muda (ou do que não muda) na escola da sociedade em rede, das novas (e talvez não tão novas) demandas da prática docente, das competências e habilidades dos alunos e da sempre fundamental necessidade de construir espaços de aprendizagem que, definitivamente, não dependem de tecnologias, mas por elas pode ser complexificado, no sentido de enriquecido, potencializado, virtualizado.

A requisição dos colegas do NTE-Ijuí, de que fizesse um texto ilustrando minha fala do dia 18 de agosto de 2011, gotejando elementos a serem destacados em 10 de novembro de 2011, me impele a construir um texto definitivamente não-acadêmico, mas construído a partir de convicções nascidas da interação com outros professores, do convívio com alunos adolescentes, da observação da naturalidade com que as crianças interagem com a tecnologia e, sem dúvida das convicções que tenho acerca do potencial inclusivo e transformador da tecnologia.

No primeiro encontro com os professores de Ijuí e região, desenvolvi a ideia de que não existe lugar (específico) para a tecnologia na Escola, mas que ela representa uma oportunidade de desenvolvimento de atividades inter, multi e transdisciplinares, permeando os processos de aprendizagem, seja como espaço de socialização, de comunicação ou de construção conjunto do conhecimento. De lá pra cá, o grupo de professores experienciou um processo de formação e de reflexão acerca da informática educativa utilizando a internet como espaço de pertilha, de reflexão e de discussão. No encontro de 10 de novembro, realizaremos um diálogo franco sobre os desafios enfrentados, as conquistas realizadas e a postura assumida por cada um para dar conta deste momento formação.

Dentro deste contexto, seria incoerente de minha parte, fazer um texto fechado, rígido e que ficasse preso a um suporte, qualquer que seja, que não possibilitasse a fluidez, a discussão, a hipertextualidade própria da web e absolutamente poderosa para processos de aprendizagem. Assim, este é um híbrido de texto e post em blog (*), sem a pretensão de fechar questões ou dar respostas definitivas a quaisquer das questões levantadas a seguir, o que me liberta do formalismo acadêmico. Aí está a essência da web, não existe questão fechada. Toda e qualquer ideia é incompleta, uma vez que clama (e precisa) da colaboração das pessoas que aceitam o desafio de discutir.

As percepções e as ideias abaixo são percepções acerca de elementos que envolvem a "opção pelo digital" que abre a possibilidade de abertura de novas frentes de reflexão, de ampliação das ideias aqui registradas, de contraposição de argumentos, enfim, de dar vida, cor e movimento ao pensamento! Desta forma, opto por trabalhar pontos específicos como ponto de partida para discussão sem necessariamente estabelecer as relações entre eles, que certamente existem, mas que devem (ou não) ser feitas colaborativamente.


1. Optar pelo digital, pelo uso da tecnologia não significa negar os demais recursos tecnológicos. É importante considerar o quanto o conteúdo dá vazão à utilização da tecnologia, e mais importante, de que tecnologia. Não parece prudente que se opte por uma tecnologia, seja ela qual for, em detrimento das outras. Não existem tecnologias melhores e tecnologias piores, mas sim, tecnologias mais ou menso flexíveis. Portanto, é preciso reconhecer que em algumas situações (e não são poucas) a biblioteca, o quadro, o DVD (não falo de VHS para não descobrirem minha idade ;-) ), podem ser espaços e instrumentos de aprendizagem valiosos.

2. Importante considerar o conhecimento prévio do aluno. Sim, isto não é novidade e "aprendemos" isto na Universidade. Mas aqui me refiro ao conhecimento e às habilidades tecnológicas, ao que o aluno sabe fazer com a tecnologia, aos interesses dele. Alguns gostam de vídeo, outros de música, outros ainda de texto, seja como leitor ou, como é frequente, de autor de conteúdo em um destes formatos. Qual seria o desdobramento da desafio de que cada um seja autor e partuicipe do processo de aprendizagem a partir de suas habilidades e do que sabem fazer (e como sabem) com a tecnologia? é importante destacar que talvez nem todas os alunos possam ter material (analógico) de qualidade, mas estão em pé de igualdade quando se trata de material e espaços digitais de aprendizagem.

3. O potencial de socialização do conhecimento erado, ou das experiências realizadas traz responsabilidades para o aluno e para o professor. Para o aluno no ato de disponibilizar para o mundo algo que foi construído e que não fica mais restrito somente a ele e ao professor, no máximo à turma. Para o professor uma vez que deve dar resposta às demandas dos alunos e acompanhar os processos que estão sendo desenvolvidos.

4. O professor não precisa ser um profundo conhecedor da tecnologia, até pq isto demandaria um esforço sobre-humano, portanto sempre insuficiente, para acompanhar as novas tendências, os lançamentos, os sites do momento, etc. É preciso, de uma vez por todas assumir que somos professores e não técnicos em informática. Não estou aqui desqualificando aqueles que dominam as ferramentas digitais, mas valorizando aquilo que é fundamental no processo educativo, criar espaços desafiadores e propícios ao desenvolvimento de processos de aprendizagem a serem vividos pela turma, e para isto temos competência como professores.

5.O grande potencial da tecnologia é a possibilidade de envolver os alunos em um processo conjunto de construção. Baseado na participação e na valorização das diferenças, aquelas que tratei no ponto 2. Usar tecnologia de forma democratizante é envolver o aluno no ato de aprender, de ensinar, de conhecer. Existem uma infinidade de possibilidades de apropriação das tecnologias e me parece que o caminho mais complicado é querer, como professor, definir quais os recursos a serem utilizados uma vez que existe um sem número de possibilidades que não conhecemos e que são utilizadas pelos alunos no seu dia a dia. cada vez é menos importante o rótulo "educacional" em uma tecnologia. No ponto 1 destaquei a questão da flexibilidade da tecnologia (o que é diferente de neutralidade, mas este não é o momento de tratar disto) e o resgato aqui: Pq não deixar que nossos alunos proponham a utilização do que eles dominam e utilizam com naturalidade e entusiasmo no cotidiano de nossas turmas?

6. Esta infinidade de possibilidades tecnológicas acarreta, é claro, na ampliação significativa dos espaços em que as discussões da turma ocorrem, o que, fiquem tranquilas e tranquilos, impossibilita que o professor acompanhe todas as discussões, ou dê respostas à todas as demandas, pois não estamos mais em uma sala de aula, onde a sensação de controle, que na verdade nunca existiu, é presente. assim, é fundamental que se crie um movimento de corresponsabilização pelo aprendizado. Ou seja, não é só o professor que deve responder a um fórum, a comunidade criada no Facebook pode sim ser alimentada pelos alunos e a participação motivada por eles próprios. E essa demanda de corresponsabilização deve ficar claro entre os alunos.

7. Entretanto, a medida em que muitos dos pontos apresentados aqui suavizem a cobrança que nós próprios professores imputamos sobre nossa ação no mundo digital, é fundamental que se reconheça que existem também as consequências da horizontalização do processo de aprendizagem, seja no aumento das requisições dos alunos, na administração de conflitos no auxílio à valoração das informações, ao estabelecimento de conexões a nós especializados, etc, etc. Esta criação de novos espaços de interação que vão além da sala de aula (que geralmente estabelece um distanciamento transacional entre alunos e professores), pode, igualmente, resgatar a relação de proximidade entre os agentes educacionais. Ainda, a esta horizontalização do processo pode figurar como uma elemento motivacional para os alunos.

8. A auto exigência de controle que mencionei no item 6, nos impele como professores a ter tudo meticulosamente planejado, onde não existem imprevistos, ou se ocorrerem podem ser facilmente contornados.  Em se tratando de tecnologia isto não se consolida. Ou seja, uma aula preparada para utilizar a internet, não ocorrerá sem ela, e demandará um plano B. Computadores dependem (ainda e infelizmente) de eletrecidade. Sites ficam indisponíveis. O computador da escola é diferente do seu. E por aí vão as possibilidades de imprevisto. Assim, é fundamental que se esteja preparado.

9. Seja criativo... O que usar? pq Usar? Como usar?  No ponto 1 falamos da flexibilidade das tecnologias. Assim, fique tranquilo/a se optar pela biblioteca. Ainda, os motivos que nos levam a optar por um ou outro recurso continuam valendo para as tecnologias digitais. É claro que a abertura para que nossos alunos nos convençam que determinada tecnologia pode servir ao processo de aprendizagem deve ser respeitada e mantida.

10. Nem todos são Homo Zappiens! Existe um certo folclore de que todos os nossos alunos “nascem concetados” e tenho minhas dúvidas sobre até que ponto isto é uma verdade. É certo que eles possuem facilidade para aprender o manuseio, descobrir novos recursos e compreender sua dinâmica. Mas nem todos os alunos são assim. Convivem na mesma escola alunos que tem computadores conectados à internet em seus quartos e alunos que vão descobrir e conhecer a tecnologia somente dentro da Escola. Assim, cria-se o desafio de, por um lado motivar o que já conhecem sem excluir os outros e, por outro, criar possibilidade de acesso àqueles que não o tem.

11. É indiscutível o potencial ilustrativo das tecnologias. Não existe absolutamente nenhum assunto que trabalhamos em sela de aula que não podemos encontrar na web em um formato mais atraente, ou com mais detalhes do que o quadro nos permite trabalhar. Mas a aprendizagem não se dá somente na ilustração de conceitos, fenômenos e processos... Isto remete à um dos receios mais antigos na área de informática educativa: Será a tecnologia o fim dos professores? Se estamos falando de repassadores de informação, sim! 
  
12. Quanto maior o conhecimento e a motivação do professor, maiores as possibilidades. Anteriormente falei que o professor não precisa ser técnico, e acredito nisto... Mas é claro que quanto maior o conhecimento tecnológico (e conceitual) do professor, maiores as possibilidades de envolver os alunos e criar alternativas para o processo de aprendizagem. Mas se pensarmos bem, isto não é novo, quem não lembra de um professor que mesmo sem tecnologia motivava os alunos e criava uma situação de comprometimento da turma para com a sua disciplina? Vale o mesmo para a tecnologia, mas sem dúvida alguma, mais importante do que dominar é compreender sua dinâmica.

13.  Os espaços escolhidos são pontos de partida e não e chegada. A lógica hipertextual das mídias digitais impossibilitam o controle sobre os trajetos de aprendizagem. Portanto é importante que se reconheça que toda e qualquer tecnologia, ou site, ou opção técnica é ponto de partida. É bom que se lembre que em uma dinâmica digital, o professores ter uma certeza, uma esperança e várias possibilidades. Certeza do ponto de partida, esperança de chegar a determinado objetivo e várias possibilidades de alcançá-lo, construídas pelos próprios alunos.

14. O que está disponível não é pra todo mundo ler... ;-)  A infinidade de possibilidades abertas pelo mundo digital e a multiplicação da participação dos alunos inviabiliza o acompanhamento do professor e dos próprios alunos. Assim, é importante compreender que nem tudo vai ser visto ou discutido e é assim que deve ser. Se um único aluno se beneficiar da informação disponibilizada, já valeu a pena.

Bem pessoal, como todo o texto de post de blog, ele está em discussão e aberto para novas percepções, outros pontos de vista e ampliação. Bom trabalho!

(*) Este post está disponível no blog http://nossacibervida.blogspot.com
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Fala do dia 18/08
Fala do dia 10/11

Comentários

  1. São muitos pontos. Margem para escrever um livro.
    1. Ainda hoje é difícil abandonar as outras tecnologias, o trabalho fica mais rico quando podemos misturar os diferentes recursos e também, mudar de espaço. Talvez, estejamos caminhando para termos tudo na rede, mas não vale só transposição de suporte. E nesse caso, um livro vai ter que ser muitooo atraente. Já um filme não vejo tanto problema, se a ideia é estar na frente de uma tela. A diferença de assistir um filme no computador é os links que podem ser realizados.
    2. Até que ponto o que o aluno gosta de fazer será respeitado? Será que as habilidades que ele tem não serão adaptadas no que o professor quer que ele "aprenda"?...continuamos depois

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  2. 2. Importante considerar o conhecimento prévio do aluno. Sim, isto não é novidade e "aprendemos" isto na Universidade. Mas aqui me refiro ao conhecimento e às habilidades tecnológicas, ao que o aluno sabe fazer com a tecnologia, aos interesses dele. Alguns gostam de vídeo, outros de música, outros ainda de texto, sejam como leitor ou, como é frequente, de autor de conteúdo em um destes formatos. Qual seria o desdobramento do desafio de que cada um seja autor e participe do processo de aprendizagem a partir de suas habilidades e do que sabem fazer (e como sabem) com a tecnologia? É importante destacar que talvez nem todos os alunos possam ter material (analógico) de qualidade, mas estão em pé de igualdade quando se trata de material e espaços digitais de aprendizagem.

    A mídia escrita, falada, televisada e digital, vem ocupando um espaço crescente e determinante. Suas funções de informar, distrair e instruir tem efeitos muito profundos sobre a nossa existência. Em termos de informação, determina a imagem que formamos das situações e dos acontecimentos, definindo tanto o que é verdade quanto o que é linguagem a ser usada. Em termos de distração, absorve as necessidades de prazer e de ilusão e desta forma controla uma parte do tempo e da vida das pessoas. Em termos de instrução irá ocupando cada vez mais o espaço escolar, redefinindo formas de aprender, promovendo conteúdos e estabelecendo novos papéis para o educador e o educando.
    O aluno trás para a escola sua bagagem cultural e a cada passar de ano eles vem trazendo novos conhecimentos e a busca pelo novo, por descobertas que fascinem o seu conhecimento.
    O professor deve ser o principal agente de mudança, ele deve despertar no estudante o desejo pelo estudo e pela pesquisa, pois precisamos de alunos críticos, capazes de fazerem escolhas boas ou ruins. Mas antes de tudo o professor deve conhecer e estar familiarizado o suficiente com as novas tecnologias para conduzir o progresso e evitar o mau uso desse novo meio de estudo e pesquisa. O professor terá um novo papel na educação de seus alunos, que vai muito além de transmitir conhecimentos, ele orientará e motivará seus alunos na busca do novo e do pensar criticamente e a grande ferramenta que ele utilizará será as tecnologias, tanto para deixar seu planejamento enriquecido, quanto para surpreender e fascinar seus alunos, tornando as aulas agradáveis e prazerosas para seus alunos.

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  3. É um desafio para o professor nesta era digital , atrair crianças e jovens para sala de aula estática com os mesmos padrões e regras autoritárias de cinquenta anos atrás.
    Hoje é quase impossível querer prender a atenção de crianças acostumadas à tecnologias de última geração.Mesmo não os tendo e não acessando diariamente todos obtém o conhecimento.
    O uso da tecnologia acessora o professor, cria aos alunos novas possiblidades pois eles são de uma habilidade incomparável.
    A era tecnológica entretanto nos faz repensar que tipo de professor está trabalhando com estes alunos.
    Qual é o nosso papel como educador?
    O professor consegue acompanhar o aluno em suas descobertas e dasafios?
    É preocupante o grande número de professores que desconhecem o uso do computador e não proporcionam aos alunos momentos de pesquisas, jogos e não utilizam como ferramenta de aprendizagem.
    Percebe-se que muitas vezes o professor em sala de aula tentando acalmar alunos agitados, desinteressados , professores falando alto .Mas quando defronte ao computador simplesmente emudecem ,ficando boquiabertos e conseguindo interagir com uma facilidade imprecionante. Para isso é necessário o professor estar preparado, buscando se valer destas tecnologias para melhorar a qualidade de sua atuação como educador ,questionador, incentivador e principalmente mediador.
    Esta era tende a ficar cada vez mais evoluida e não retrocederá , para o nosso bem.

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  4. 9. Seja criativo... O que usar? pq Usar? Como usar? No ponto 1 falamos da flexibilidade das tecnologias. Assim, fique tranquilo/a se optar pela biblioteca. Ainda, os motivos que nos levam a optar por um ou outro recurso continuam valendo para as tecnologias digitais. É claro que a abertura para que nossos alunos nos convençam que determinada tecnologia pode servir ao processo de aprendizagem deve ser respeitada e mantida.

    Atualmente nos encontramos numa era altamente tecnológica e podemos sim ser flexíveis quanto ao uso da tecnologia, porém não podemos privar nossos alunos de ter acesso a esse novo mundo tecnológico,pois ele oferece oportunidade de fácil aprendizagem,já que a era digital é algo cada dia mais presente nos dia a dia dos nossos alunos. Dessa forma, precisamos estar preparados para podermos usufruir dos recursos que a tecnologia oferece,a fim de proporcionar aos nossos alunos aulas atrativas e diferenciadas, envolvendo-os nesse novo processo de ensino- aprendizagem.

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  5. 5.O grande potencial da tecnologia é a possibilidade de envolver os alunos em um processo conjunto de construção. Baseado na participação e na valorização das diferenças, aquelas que tratei no ponto 2. Usar tecnologia de forma democratizante é envolver o aluno no ato de aprender, de ensinar, de conhecer. Existem uma infinidade de possibilidades de apropriação das tecnologias e me parece que o caminho mais complicado é querer, como professor, definir quais os recursos a serem utilizados uma vez que existe um sem número de possibilidades que não conhecemos e que são utilizadas pelos alunos no seu dia a dia. cada vez é menos importante o rótulo "educacional" em uma tecnologia. No ponto 1 destaquei a questão da flexibilidade da tecnologia (o que é diferente de neutralidade, mas este não é o momento de tratar disto) e o resgato aqui: Pq não deixar que nossos alunos proponham a utilização do que eles dominam e utilizam com naturalidade e entusiasmo no cotidiano de nossas turmas?

    Em um mundo tão complexo,precisamos recorrer a fontes de informação e conhecimento sempre mais abundantes, diversas e especializadas.E nesse cenário em constante transformação está a tecnologia, cada vez mais próxima da escola.E o professor deve reconhecer que faz parte deste processo na construção do conhecimento que amplia o seu horizonte e o dos seus alunos.
    Afinal, qualquer aprendizagem supõe não apenas a consciência plena do aprendiz a respeito de como se dará o processo em questão, mas também a existência de um real interesse de sua parte por adquirir uma nova aptidão ou conhecimento que lhe pareça significativo.
    Assim sendo,a escola deve ser um espaço físico de abertura à curiosidade pelo mundo exterior,em que o aluno desenvolva a comunicação, a memória,o pensamento crítico e que tenha a capacidade de discernir o certo do errado.E para que isso aconteça é importante que o professor valorize os recursos tecnológicos como instrumento na construção do conhecimento.

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  6. Paragrafo 4:
    Estamos há muito tempo envolvidos pela tecnologia, primeiro o rádio e mais tarde a televisão, hoje toda uma gama de novos aparelhos tecnológicos, que nos possibilitam estar em contato com tudo e com todos; no entanto não podemos afirmar que todas as pessoas tenham o mesmo conhecimento de toda essa tecnologia, nem tão pouco que estão sabendo fazer bom uso dos aparelhos e isso envolve ainda a própria televisão, a qual esta presente na grande maioria dos lares, sendo assim, esta é mais uma realidade a ser conhecida pelo educador, para que se faça a mediação entre a informação e o conhecimento, tornando a sala de aula um espaço de diálogo, de construção de conhecimentos, de um pensar critico e ético diante da vida que nos rodeia.

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  7. 11 - A introdução de novas tecnologias de informação e de comunicação provocou profundas transformações nas ultimas decadas, desafiando o professor a repensar e inovar sua pratica educativa através de uma proposta bem planejada. Nos tempos atuais não há mais espaço para professor que somente passa informações, mas sim para o professor mediador da aprendizagem que busca novos saberes.
    Não se pode imaginar um futuro sem educadores, pois eles fazem fluir os saberes
    " Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade". Paulo Freire

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  8. 12. Quanto maior o conhecimento e a motivação do professor, maiores as possibilidades. Anteriormente falei que o professor não precisa ser técnico, e acredito nisto... Mas é claro que quanto maior o conhecimento tecnológico (e conceitual) do professor, maiores as possibilidades de envolver os alunos e criar alternativas para o processo de aprendizagem. Mas se pensarmos bem, isto não é novo, quem não lembra de um professor que mesmo sem tecnologia motivava os alunos e criava uma situação de comprometimento da turma para com a sua disciplina? Vale o mesmo para a tecnologia, mas sem dúvida alguma, mais importante do que dominar é compreender sua dinâmica.
    É importante salientar que o papel do professor na era da informática é dar sentido ao uso desta tecnologia, produzindo conhecimentos com base em várias possibilidades. É possível, estimular o raciocínio lógico com jogos virtuais ou criar páginas para os alunos publicarem seus textos.Isso possibilita que todos os professores reservem períodos para sua própria formação digital e utilizem os recursos discutindo as suas aplicações no desenvolvimento do projeto político pedagógico.Com isso compreende-se que a união da tecnologia com os conteúdos curriculares geram inúmeras oportunidades de ensino que muito contribuirão na aprendizagem.É preciso que os educadores que trabalham o conhecimento de seus alunos frente à sociedade da tecnologia e da informação levem em conta os novos paradigmas da produção do conhecimento dentro do contexto social em que vivem e os incitem a buscar respostas , pois as buscas os levarão a um estado de consciência crítica, reflexiva e transformadora do seu processo educacional.

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  9. Maurício Stählirk Maciel21 de junho de 2012 01:19

    4. O professor não precisa ser um profundo conhecedor da tecnologia, até pq isto demandaria um esforço sobre-humano, portanto sempre insuficiente, para acompanhar as novas tendências, os lançamentos, os sites do momento, etc. É preciso, de uma vez por todas assumir que somos professores e não técnicos em informática. Não estou aqui desqualificando aqueles que dominam as ferramentas digitais, mas valorizando aquilo que é fundamental no processo educativo, criar espaços desafiadores e propícios ao desenvolvimento de processos de aprendizagem a serem vividos pela turma, e para isto temos competência como professores.


    Na era em que estamos nossas crianças já crescem mantendo contato direto com as novas tecnologias, mais especificamente o uso dos computadores e das ferramentas disponíveis na internet, o que as colocam, teoricamente, em vantagem às gerações mais antigas que estão se adequando ao uso das mesmas. Concordo que o professor não precisa ser um expert em tecnologia, mas deve sim dominar os recursos que serão utilizados em aula tendo segurança e controle sobre esses perante os alunos. Além disso, o professor tem como obrigação trazer para a sala de aula coisas novas, diferentes daquelas usadas diariamente pelos alunos, obtendo a atenção, a curiosidade e a vontade de o educando buscar informações e conhecimento sobre o que foi lhe apresentado.

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  10. Nº4
    Numa época em que as tecnologias dominam o mundo, é preciso que nós professores estejamos a par dessas ferramentas.
    Os alunos praticamente passam a maior parte do dia conectados a alguma coisa relacionada a tecnologia, isso reflete na sala de aula, onde é cada vez mais difícil fazer com que as crianças se prendam a aulas formais, com quadro negro e giz, é preciso inovar.
    Entra aí a necessidade de nós professores nos mantermos atualizados e usar as tecnologias a nosso favor para que nossas aulas se tornem atraentes aos nossos alunos.

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  11. 8. A auto exigência de controle que mencionei no item 6, nos impele como professores a ter tudo meticulosamente planejado, onde não existem imprevistos, ou se ocorrerem podem ser facilmente contornados. Em se tratando de tecnologia isto não se consolida. Ou seja, uma aula preparada para utilizar a internet, não ocorrerá sem ela, e demandará um plano B. Computadores dependem (ainda e infelizmente) de eletrecidade. Sites ficam indisponíveis. O computador da escola é diferente do seu. E por aí vão as possibilidades de imprevisto. Assim, é fundamental que se esteja preparado.

    Tudo na nossa vida precisa de planejamento, quer seja em casa, no trabalho ou na sala de aula, pois para que se tenha êxito planejar é pensar e analisar mais que uma possibilidade.Para desenvolver a aula, pricipalmente se a aula foi idealisada no laboratório de informática, como está escrito no texto acima, devemos ter um plano B,pois nem tudo pode ocorrer como planejado, o professor deve estar precavido de outros recursos para o bom desenvolvimento da aula.
    As novas tecnologias digitais que estão presentes nas escolas hoje, devem ser usadas por todos os professores, mas nao está acontecendo, há professores que não se sentem seguros para fazer uso dessas novas tecnologias e com isso as aulas continuam sem inovações. Por isso fica a dica PLANEJAR sempre...
    http://www.youtube.com/user/miriaandrighe

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  12. 4. O professor necessita estar sempre atualizado e buscando se aperfeiçoar, caso contrário os alunos irão se desmotivar.
    As crianças e os jovens estão sempre buscando novos conhecimentos tecnológicos. Cabe ao professor utilizar esses conhecimentos a favor da aprendizagem criando espaços onde os alunos possam estar sempre motivados e abertos a aprendizagem.

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  13. Claudete da Silva 22 de junho de 2012
    11.É indiscutível o potencial ilustrativo das tecnologias...
    Diante da presença da tecnologia em nosso meio, não podemos ignorar a gama de possibilidades que esta nos proporciona.Não limitando-se a usar como fonte de informação, formação de conceitos somente,mas levando o aluno a conheecer esta valiosa ferramenta,e de posse da mesma que ele possa interagir em conjunto na construção do conhecimento.Tornando-se agente paticipativo e não mero telespectador.
    Tendo o professor como articulador e mediador deste processo.Nosso desafio é o de explorar o potencial do aluno para que este desenvolva ao máximo suas capacidades.

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    1. Comentário do Nº12: Realmente, ouvimos muitas experiências de professores, que sem nenhuma tecnologia, interagiam com seus alunos, motivavam suas aulas de uma maneira simples, mas que os alunos se comprometiam naquilo que aprendiam de um professor que ensinava pelo seu testemunho de vida.
      As tecnologias antigas que o professor utilizava, aliadas às novas, também contribuem para aquisição e melhorias da dificuldade de aprendizagem e não devem ser deixadas de lado e sim, readaptadas para o hoje.
      O professor, adaptando-se às novas tecnologias, além de facilitar o conhecimento, ajuda na criatividade, aumento da autoestima, adquire novos valores e transforma os desafios e as atividades árduas, em algo positivo e dinâmico. Também é importante enfocar a formação do professor, pois se comenta muito, hoje, a qualidade de ensino, questões muito ligadas. Antigamente não existia reciclagem, não havia questionamentos dos alunos, o professor representava o poder. O aluno obedecia. A realidade hoje é diferente, a formação do professor precisa ser contínua e permanente. Não deve abster-se de estudar, atualizar-se, senão não irá passar para os alunos o prazer de aprender. O professor deve ser um facilitador do processo ensino-aprendizagem, junto ao aluno, estando atualizado mediante as mudanças que ocorrem no mundo globalizado de hoje.

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  14. 11. Devemos considerar que realmente o uso da web é muito útil na aprendizagem, pois ela nos permite fazer grandes pesquisas sobre vários assuntos em questão de segundos. Mas devemos levar em conta que toda essa facilidade de saber nos ajuda em muitas coisas mas ainda assim, não exclui o papel do professor, pois o educador é e sempre será um mediador de conhecimentos, e que seu papel por mais que as tecnologias estejam tomando conta, sempre será muito importante no processo de ensino aprendizagem.

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  15. 11. É indiscutível o potencial ilustrativo das tecnologias. Não existe absolutamente nenhum assunto que trabalhamos em sela de aula que não podemos encontrar na web em um formato mais atraente, ou com mais detalhes do que o quadro nos permite trabalhar. Mas a aprendizagem não se dá somente na ilustração de conceitos, fenômenos e processos... Isto remete à um dos receios mais antigos na área de informática educativa: Será a tecnologia o fim dos professores? Se estamos falando de repassadores de informação, sim!



    As tecnologias trarão sim um novo modelo de educação, diferentes formas de ensino, aprendizagem, mas apenas como uma ferramenta, de grande importância sim, mas que jamais ira substituir o professor a figura essencial no processo de ensino, pois é ele quem tem na escola a responsabilidade de formar cidadãos conscientes, consegue perceber no aluno suas dificuldades, limitações, equilíbrio físico e emocional, e traz consigo a principal ferramenta em todo o processo de ensino o afeto, amor pelo que faz, a capacidade de passar para o aluno que é possível sonhar, e mais, realizar tudo aquilo que ele idealizar para sua vida,por meio da educação.

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  16. Breve comentário sobre o seu Post do dia, 9 de novembro de 2011, tendo como título: Sendo professor na era da colaboração e da convergência II. E também sobre todos os encontros da disciplina: Hipermídia em Educação.



    A internet chega como ferramenta bastante forte, e eficiente principalmente na área da informação, e da educação. E quando ela chega interligada ao seu super aliado: o computador. Possibilitam a transição do conhecimento, comodidade, e agilidade, seja nos negócios ou em qualquer fator em que o indivíduo esteja precisando no momento.
    Portanto, através das novas tecnologias de informação e de comunicação, a sociedade teve que se moldar, por isso foi se adquirindo novas maneiras de se viver e de trabalhar. Principalmente na área da educação.
    Afetada ou não a população teve que se profissionalizar e mergulhar nesse mundo da era tecnológica.
    No entanto, estamos diante de uma sociedade democrática e de uma realidade que necessita a cada dia de melhores profissionais e de técnicas para facilitar os serviços e o rendimento produtivo e tecnológico da sociedade e do mundo em geral.
    Pois a facilidade toma conta, hoje uma pessoa pode se comunicar com outra dentro de segundos, mesmo estando em lugares bem distantes, a medicina já está operando com robôs, possibilitando maior precisão, um diagnóstico pode ser dado com maior agilidade, um pedido de produto pode ser feito com tranqüilidade por e-mail, a retirada de dinheiro nos caixas eletrônicos, e muitíssimos outros mecanismos.
    Na área da educação, por exemplo, a maioria das escolas já tem seu laboratório de informática, onde os alunos têm, ou “teriam” a oportunidade de fazer pesquisas, e usufruir dos computadores. Porém teria que existir políticas públicas para garantir a escola e aos professores um uso correto.
    Sabe-se que as necessidades das pessoas em sociedade são muitas, e o preenchimento das mesmas ocorre de diversas formas. Os fatores que mais pesam, é a saúde, a educação, a segurança, o trânsito, a produtividade, os transportes, e muitos outros serviços.
    Portanto, vêm de encontro a todas estas áreas as novas tecnologias.
    As quais estão presentes no meio em que se vive, embora não estejam disponíveis para toda a sociedade. Entretanto é necessário reconhecer a importância e a acessibilidade que a era tecnológica disponibiliza, desde ao acesso ao conhecimento, a comodidade. O computador sendo um dos componentes mais significativos de todo um aparato tecnológico, é um ferramenta muito usada entre crianças, jovens e adultos.

    Daiane Foscarini da Silva Lorandi

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  17. Comentário sobre o tópico 12.
    Primeiramente , temos que ter em mente que o computador é apenas uma ferramentae que o mesmo está presente na vida da maioria dos alunos(se não na vida de todos) e que sozinho não é capaz de trazer avanços se não for agregado a ele, assim como as demais ferramentas tecnológicas atribuições significativas, de forma que estas possam auxiliar no processo de construção da aprendizagem.
    È necessário que os recursos tecnológicos envolvam os alunos para que sejam estimulados a produzir conhecimentos com o seu uso e ao professor cabe agir como orientador para que o aluno use a sua criatividade e raciocínio na produção de novos conhecimentos.
    Nesse processo faz-se necessário que o professor tenha um prévio conhecimento (se não o domínio) dos recursos tecnológicos, para que consiga contextualizar e problematizar, fazendo com que o aluno amplie seus conhecimentos.
    O que deve ficar claro é que a escola sendo um espaço de transmissão e construção do conhecimento necessita adaptar-se as transformações que ocorrem, dentre elas os avanços tecnológicos que só veem a contribuir para o processo da aprendizagem e que os mesmos estão cada vez mais presente no cotidiano dos alunos e muitas vezes, são muito mais atraentes que muitas salas de aula.

    Cristiane Frosi
    e-mail: crisfrosi@gmail.com
    crisfrosi.celo@hotmail.com
    canal YouTube: CrisFrosi 1981
    Blogspot: Ensinar e Aprender

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  18. Breve comentário sobre o seu Post do dia, 9 de novembro de 2011, tendo como título: Sendo professor na era da colaboração e da convergência II. E também sobre todos os encontros da disciplina: Hipermídia em Educação.



    A internet chega como ferramenta bastante forte, e eficiente principalmente na área da informação, e da educação. E quando ela chega interligada ao seu super aliado: o computador. Possibilitam a transição do conhecimento, comodidade, e agilidade, seja nos negócios ou em qualquer fator em que o indivíduo esteja precisando no momento.
    Portanto, através das novas tecnologias de informação e de comunicação, a sociedade teve que se moldar, por isso foi se adquirindo novas maneiras de se viver e de trabalhar. Principalmente na área da educação.
    Afetada ou não a população teve que se profissionalizar e mergulhar nesse mundo da era tecnológica.
    No entanto, estamos diante de uma sociedade democrática e de uma realidade que necessita a cada dia de melhores profissionais e de técnicas para facilitar os serviços e o rendimento produtivo e tecnológico da sociedade e do mundo em geral.
    Pois a facilidade toma conta, hoje uma pessoa pode se comunicar com outra dentro de segundos, mesmo estando em lugares bem distantes, a medicina já está operando com robôs, possibilitando maior precisão, um diagnóstico pode ser dado com maior agilidade, um pedido de produto pode ser feito com tranqüilidade por e-mail, a retirada de dinheiro nos caixas eletrônicos, e muitíssimos outros mecanismos.
    Na área da educação, por exemplo, a maioria das escolas já tem seu laboratório de informática, onde os alunos têm, ou “teriam” a oportunidade de fazer pesquisas, e usufruir dos computadores. Porém teria que existir políticas públicas para garantir a escola e aos professores um uso correto.
    Sabe-se que as necessidades das pessoas em sociedade são muitas, e o preenchimento das mesmas ocorre de diversas formas. Os fatores que mais pesam, é a saúde, a educação, a segurança, o trânsito, a produtividade, os transportes, e muitos outros serviços.
    Portanto, vêm de encontro a todas estas áreas as novas tecnologias.
    As quais estão presentes no meio em que se vive, embora não estejam disponíveis para toda a sociedade. Entretanto é necessário reconhecer a importância e a acessibilidade que a era tecnológica disponibiliza, desde ao acesso ao conhecimento, a comodidade. O computador sendo um dos componentes mais significativos de todo um aparato tecnológico, é um ferramenta muito usada entre crianças, jovens e adultos.

    Daiane Foscarini da Silva Lorandi

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  19. 1-É interessante o destaque dado ao fato de que a opção pelo digital e pelo uso da tecnologia não significa negar os demais recursos. O professor deve conhecer e avaliar a realidade do seu aluno, utilizando os recursos que estão ao alcance, adaptando-os de forma flexível aos conteúdos abordados, as situações do cotidiano e também a curiosidade dos alunos. Todas essas tecnologias do passado ou do presente podem e devem ser utilizadas buscando o conhecimento, de forma variada e criativa.
    12- Quanto maior o conhecimento e a motivação do professor, maiores as possibilidades...
    Durante minha leitura ao chegar neste item, realizei uma viagem no túnel do tempo, me reportando aos meus primeiros passos como profissional, lembrando que: o conhecimento era restrito e os recursos e os materiais eram poucos (escola de periferia), mas a motivação e o comprometimento fizeram com que essa realidade não impedisse a realização de um trabalho de qualidade. Com criatividade utilizávamos materiais e recursos alternativos, que contribuíram para o processo de aprendizagem daqueles alunos. Hoje com um conhecimento maior e com muita motivação, nos deparamos com toda essa tecnologia ao nosso alcance, ampliando as nossas possibilidades, torna-se mesmo muito importante dominar e compreender sua dinâmica, contribuindo para a aprendizagem dos alunos de agora.
    Viviane Prates

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  20. Cometário tópico 9.
    Acredito que o livro nunca será substituido pelo computador como instrumento de conhecimento. Por mais que nossos alunos, não tenham mais o hábito de pesquisar nos livros, pois hoje é muito mais simples pesquisar na internet. Porém esta por ser mais simples de um lado, pode dificultar de outro, porque o que mais tem são sites cheios de informações erradas.
    O professor de hoje, deve de fato utilizar as ferramentas da informática como um aliado na hora de trabalhar determinado conteúdo com seus alunos. Certamente os alunos conseguiram interagir e entender melhor o conteúdo. Além da aula ficar mais dinâmica e prazerosa.

    Darciel Pasinato
    E-mail: darcielpasinato780@gmail.com
    Canal do youtube: http://www.youtube.com/user/darcielpasinato
    Blog: http://darcielpasinato.blogspot.com.br/

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  21. Recursos tecnológicos na sala de aula: impossível ignorá-los!
    Pois é... impossível não considerar, no atual contexto, os recursos tecnológicos que invadiram as salas de aula das mais diversas instituições de ensino. Então fico me perguntando: como os professores podem utilizar a tecnologia como potencializadora da aprendizagem dos estudantes nos diferentes níveis de ensino?
    Acredito que um dos potenciais das novas tecnologias e o seu uso no contexto de ensino e aprendizagem, em qualquer nível de ensino é a possibilidade de compartilhamento e construção de diferentes pontos de vista diante dos mais diversos temas, além da perspectiva de resignificar e ampliar a todo o momento nossos conhecimentos.
    Diante disso, a concepção do professor diante dos processos educativos desenvolvidos em sala de aula, torna-se central na construção de novas propostas pedagógicas que utilizem diferentes recursos da ERA DIGITAL.
    Para tanto, o redimensionamento do papel do professor como organizador de situações diversificadas de aprendizagem e não mais como “transmissor de conhecimentos”, é fundamental para que as ferramentas digitais sejam realmente utilizadas como possibilidades de promover significativamente as aprendizagens dos estudantes.
    Portanto, caros colegas professores, estudar e conhecer novas formas de ensinar e aprender é essencial para formarmos seres humanos capazes de viverem e conviverem em um contexto de constantes mudanças.
    Abraços à toda a turma de Metodologia do Ensino Superior – 2º semestre - UPF-2012.
    Flávia de Andrade Niemann

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  22. Este comentário foi removido pelo autor.

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  23. Itens 8 e 9:Penso que a maneira em que fomos formados com conteúdos programáticos e plano de aula a ser cumprido diariamente faz com que mídias que não são “controláveis” quase que na sua totalidade não sejam por nós usadas, como recursos da internet que dependem de vários fatores como sinal, equipamentos com o mesmo programa, energia elétrica e assim por diante, sem contar o fato da disparidade de conhecimento entre alunos no que diz respeito a usos de recursos tecnológicos, tendo em vista o fato de se possuir na mesma sala alunos com níveis muito diferente de acesso a recursos tecnológico e do professor não ser o detentor de maior conhecimento no assunto hipermídia. Dessa forma cabe ao professor encarar essa transição de maneira positiva e interativa, levando em consideração que não se trata de aula de alunos onde todos permanecem sentados devido à necessidade fazer valer a regra de quem terminar primeiro ajuda o outro e também que será de veras um regente de classe deixando de ser um repetidor de conceitos e sim um organizador de conceitos construídos pelo aluno durante as experimentações feitas por ele em busca de um assunto direcionado.

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  24. Itens 8 e 9:Penso que a maneira em que fomos formados com conteúdos programáticos e plano de aula a ser cumprido diariamente faz com que mídias que não são “controláveis” quase que na sua totalidade não sejam por nós usadas, como recursos da internet que dependem de vários fatores como sinal, equipamentos com o mesmo programa, energia elétrica e assim por diante, sem contar o fato da disparidade de conhecimento entre alunos no que diz respeito a usos de recursos tecnológicos, tendo em vista o fato de se possuir na mesma sala alunos com níveis muito diferente de acesso a recursos tecnológico e do professor não ser o detentor de maior conhecimento no assunto hipermídia. Dessa forma cabe ao professor encarar essa transição de maneira positiva e interativa, levando em consideração que não se trata de aula de alunos onde todos permanecem sentados devido à necessidade fazer valer a regra de quem terminar primeiro ajuda o outro e também que será de veras um regente de classe deixando de ser um repetidor de conceitos e sim um organizador de conceitos construídos pelo aluno durante as experimentações feitas por ele em busca de um assunto direcionado.

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  25. Uso das tecnologias como suporte pedagógico

    Como professora de alunos cegos e surdos, tenho como ferramentas de trabalho que eu considero de grande importância e que auxiliam qualquer dessas patologias na sua comunicação e na interação com pessoas ouvintes e surdas. Não que são usadas diariamente ou a todo o momento, mas tive como experiência e me serviu como aliado na alfabetização de algumas crianças com grande sucesso. Recursos ou ferramentas que viram somar com o trabalho realizado em sala de aula podendo ser compartilhado por eles em qualquer momento, com limites para não atrapalhar realizado pelos professores tanto no ensino regular como na sala de recursos, pois temos limites e regras no ambiente escolar que devem ser respeitadas.
    Essas ferramentas são, o MSN onde a mensagem e imediata e eles conseguem a comunicação com outros membros de sua comunidade surda em qualquer cidade ou estado que se encontrar.
    Conseguido todas as informações que ele achar necessária, desde bater um simples papo com seus amigos marcar encontros, tudo o que o ouvinte faz com seus colegas usando a fala normal para o surdo isso é possível graças a esses recursos oferecidos pela internet onde eles tem acesso tanto nas escolas como em casa ou no celular. No e-mail ele também tem as mesmas facilidades pois deixa seus recados manda suas mensagens e está ligado a tudo e a todos como qualquer pessoa comum que faz parte de uma sociedade igualitária.

    Marlete Gonçalves

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  26. Este texto nos remete a uma série de reflexões... Faz-nos pensar na responsabilidade e competência quanto ao uso das tecnologias sendo professor na era da colaboração e da convergência, principalmente sobre os desafios enfrentados e a nossa postura para dar conta deste momento marcado pelos avanços tecnológicos.
    Assim devemos ter consciência de que a tecnologia é capaz de nos ajudar, mas não nos substitui. Pode nos ajudar a ensinar com melhor qualidade, mas não dispensará nosso esforço na sala de aula.
    Faz-se necessário portanto, através da apropriação das novas tecnologias, que tenhamos a capacidade de discernir como, o quê, por quê e quando utilizá-las, sendo de fundamental importância nós professores considerarmos as expectativas e características de nossos alunos e o potencial dessas tecnologias, para a criação de espaços inovadores e criativos de aprendizagem, dando abertura e respeitando também outras opções sejam elas quais forem (DVD, biblioteca...) que possam auxiliar/servir no processo de aprendizagem, pois todo e qualquer recurso é válido desde que se tornem instrumentos e/ou espaços de aprendizagem, que envolvam os alunos e criem alternativas e possibilidades para o processo de aprendizagem..
    Cabe lembrar que mais importante do que dominar as novas tecnologias é compreender sua dinâmica e direcioná-la de maneira que ambos, professor e aluno possam compartilhar e convergir de forma colaborativa para atingir o principal objetivo que é a aprendizagem ou a construção conjunta do conhecimento.

    Comentário dos pontos 1,9,12.

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  27. Lucélia Picoli de Assumpção17 de julho de 2012 22:14

    Estou enviando novamente o comentário sobre o seu Post "Sendo professor na era da colaboração e da convergência II."

    Este texto nos remete a uma série de reflexões... Faz-nos pensar na responsabilidade e competência quanto ao uso das tecnologias sendo professor na era da colaboração e da convergência, principalmente sobre os desafios enfrentados e a nossa postura para dar conta deste momento marcado pelos avanços tecnológicos.
    Assim devemos ter consciência de que a tecnologia é capaz de nos ajudar, mas não nos substitui. Pode nos ajudar a ensinar com melhor qualidade, mas não dispensará nosso esforço na sala de aula.
    Faz-se necessário portanto, através da apropriação das novas tecnologias, que tenhamos a capacidade de discernir como, o quê, por quê e quando utilizá-las, sendo de fundamental importância nós professores considerarmos as expectativas e características de nossos alunos e o potencial dessas tecnologias, para a criação de espaços inovadores e criativos de aprendizagem, dando abertura e respeitando também outras opções sejam elas quais forem (DVD, biblioteca...) que possam auxiliar/servir no processo de aprendizagem, pois todo e qualquer recurso é válido desde que se tornem instrumentos e/ou espaços de aprendizagem, que envolvam os alunos e criem alternativas e possibilidades para o processo de aprendizagem..
    Cabe lembrar que mais importante do que dominar as novas tecnologias é compreender sua dinâmica e direcioná-la de maneira que ambos, professor e aluno possam compartilhar e convergir de forma colaborativa para atingir o principal objetivo que é a aprendizagem ou a construção conjunta do conhecimento.
    Lucélia Picoli de Assumpção
    Curso: Gestão na Educação - LV
    Comentário dos pontos 1,9,12.
    01 de julho de 2012 21:57

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  28. Estou enviando novamente o comentário sobre o seu Post "Sendo professor na era da colaboração e da convergência II."

    Este texto nos remete a uma série de reflexões... Faz-nos pensar na responsabilidade e competência quanto ao uso das tecnologias sendo professor na era da colaboração e da convergência, principalmente sobre os desafios enfrentados e a nossa postura para dar conta deste momento marcado pelos avanços tecnológicos.
    Assim devemos ter consciência de que a tecnologia é capaz de nos ajudar, mas não nos substitui. Pode nos ajudar a ensinar com melhor qualidade, mas não dispensará nosso esforço na sala de aula.
    Faz-se necessário portanto, através da apropriação das novas tecnologias, que tenhamos a capacidade de discernir como, o quê, por quê e quando utilizá-las, sendo de fundamental importância nós professores considerarmos as expectativas e características de nossos alunos e o potencial dessas tecnologias, para a criação de espaços inovadores e criativos de aprendizagem, dando abertura e respeitando também outras opções sejam elas quais forem (DVD, biblioteca...) que possam auxiliar/servir no processo de aprendizagem, pois todo e qualquer recurso é válido desde que se tornem instrumentos e/ou espaços de aprendizagem, que envolvam os alunos e criem alternativas e possibilidades para o processo de aprendizagem..
    Cabe lembrar que mais importante do que dominar as novas tecnologias é compreender sua dinâmica e direcioná-la de maneira que ambos, professor e aluno possam compartilhar e convergir de forma colaborativa para atingir o principal objetivo que é a aprendizagem ou a construção conjunta do conhecimento.
    Lucélia Picoli de Assumpção
    Curso: Gestão na Educação - LV
    Comentário dos pontos 1,9,12.
    01 de julho de 2012 21:57

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  29. Num contexto onde os estímulos externos são múltiplos e a acessibilidade é cada vez maior, cabe à escola um redirecionamento de posturas, tanto no espaço da sala de aula, quanto na gestão do processo educativo. Numa sociedade aberta não há espaço para ações pautadas em experiências voltadas à sociedades fechadas.É preciso criatividade, conhecimento e comprometimento para que este gere a motivação necessária ao sucesso de uma proposta. Nesta perspectiva o assumir papéis é de suma importância, tendo presente que para novos papéis sociais, novos conhecimentos precisam ser adquiridos e colocados em práticas.É preciso que se desenvolva uma cultura de pesquisa que proporcione as leituras necessárias aos contextos onde cada um desenvolve suas atividades. A apropriação aos novos recursos tecnológicos se faz necessária, pois a ERA DIGITAL já é realidade em nossas escolas, cabendo ao professor a adequação considerando que o alunado já traz consigo essa nova cultura..Há porém de existir a sensibilidade e o discernimento em relação às práticas do passado no sentido de filtrar o bom, o eficaz e o viável no contexto atual, para que não se exclua boas práticas e boas experiências.

    Magda Cardeiro

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  30. A disponibilidade de informações e aparatos tecnológicos crescem absurdamente e os alunos nas escola, universidades, institutos, acompanham essa evolução; uns mais outros menos, mas sem dúvida esperam que o professor consiga manusear o básico dessas tecnologias para expor sua aula. A informação, disponível em todo lugar, de qualidade ou não, desafia diariamente o professor, que por desatualização ou desatenção repassa ensinamentos ou técnicas ultrapassadas, já superadas, isso em qualquer área do conhecimento.

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  31. Não podemos deixar de lado a maneira antiga de ministrar aulas, mas no mundo em que vivemos cada vez mais tecnológico, devemos a cada dia que passa nos inteirar e utilizar as novas tecnologias que estão disponíveis na sociedade. Porem sempre sabendo o que e como utiliza-lás da melhor forma para cada ocasião que será trabalhada.

    Fernando Cavasin Martineli

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  32. É um desafio para o professor, que pode contar com a disponibilidade de vários recursos tecnológicos. Ao mesmo tempo que facilita pela quantidade de informações, também traz insegurança pela velocidade das mudanças ocorridas a cada dia na área da tecnologia. O professor atual e real precisa estar inserido nesse meio, sem medo de buscar, errar, atualizar-se e principalmente de sentir-se inferiorizado em relação as gerações mais novas, que tem maior facilidade em lidar com a tecnologia.

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  33. Ser professor na era de conexão, compartilhamento, na era digital, requer estar sempre se atualizando. Precisamos pensar em formas de ensino que utilizem as tecnologias de modo a atrair os alunos, pois eles querem novidade. A geração dos nossos alunos é impaciente com o comum, quer atividades diferentes, o tradicional não os agrada.
    O nosso desafio é mantermos atualizados com as tecnologias disponíveis, que surgem ou modificam-se a cada dia. Não precisamos dominá-las, apenas conhece-las. Isto se faz necessário, pois os alunos estão sempre por dentro das novidades e não podemos ficar para trás.
    Patrícia Lovato

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  34. Ser professor no século XXI, segundo as ideias da Educação 3.0 exige uma nova postura dos educadores, que devem ser contestadores, pesquisadores e educadores, com princípios que os orientem a trabalhar para que seus alunos sejam engajados e motivados a enfrentar os desafios de hoje e do futuro, considerando o aprendizado uma ação continuada e que não tem fim no trabalho do professor, assim como acreditar que todos têm direito à aprendizagem e que aprendem de maneira diferente, assim necessitam criar um ambiente favorável para a aprendizagem tanto físico como virtual.

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  35. A principal ferramenta de uso em que o professor, por muito tempo utilizou para transmitir e compartilhar o conhecimento, foi o quadro e o giz. Obstante a esse tempo, a Educação e o sistema em si sofreu e sofre modificações devido a evolução global e tecnológica. Portanto, quais as influências e transformações que ocorrem ao professor para esses novos tempos?
    Nessa nova era de conexão, abundância e compartilhamento o professor deve perceber e aprender a trabalhar com esta diversidade de alunos, em que algumas das habilidades e competências já estão desenvolvidas e libertas para desbravar novos conhecimentos desse mundo.
    O professor deve trabalhar e estar antenado com as novidades, possiblidades de recursos e inovações existentes, para poder entreter e motivar o aluno a aprender e principalmente estar hábil a investigar. Integrando a tecnologia como uns dos recursos para promover a aprendizagem, visto que, esta nova geração já nasceu conectada.

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  36. Ser professor no século XXI requer antes de tudo repensar o conceito de educação, despindo-se de velhos conceitos e metodologias que não provem a construção do saber, apenas continua trabalhando na perspectiva da transmissão e memorização de conteúdos.
    Diante desse panorama, é necessário que esse professor possa refletir sobre papel no cenário educacional construindo em sala de aula comunidades de aprendizagem nas quais os estudantes possam aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser. Diante desses desafios, as novas tecnologias podem ser ferramentas importantes para que o professor possa encontrar possibilidades de atingir esses objetivos.

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  37. Na educação a tecnologia é utilizada como ferramenta de complementação do recurso físico, possibilitando a dinamização e interação entre professor e aluno, além de possibilitar ao aluno interessado obter um conhecimento prévio à explicação do professor. ( Cassiano, Edilson, Tiago, Giovane, Oneide)

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  38. As informações contribuíram para repensar o modo em que ministramos nossas aulas. As tecnologias que utilizamos conseguem atingir nossos alunos?

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  39. Hoje em dia é um risco o professor não estar atualizado, pois suas ideias podem ser questionadas ou derrubadas pelos próprios alunos. As novas tecnologias sugerem adaptações nos métodos de ensino com o objetivo uma mudança cultural estimulando o aluno a vir para a sala de aula já com o conhecimento prévio sobre o conteúdo.

    Fernanda Pinheiro, André Gugel, Jean Bazzi, Antonio Gomes

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